sábado, 9 de maio de 2009

Banner Maker
BannerBreak.com - Banner Maker - Banners - MySpace Layouts

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Se...


Se eu morrer antes de você,
faça-me um favor:
chore o quanto quiser,
mas não brigue com Deus por ele ter me levado.
Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar,
não se preocupe.
Se tiver vontade de sorrir, sorria!

Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito,
ouça e acrescente a sua versão.
Se me elogiarem demais,
corrija o exagero.
Se me criticarem demais,
defenda-me.

Se me quiserem fazer uma santa,
só porque morri,
mostre que eu busquei a santidade,
mas estava longe de ser a santa que me pintam.
Se me quiserem fazer uma menina malvada,
mostre que eu talvez tivesse sido em algum momento,
mas que a vida inteira eu tentei ser boa e amiga.

Espero estar com Ele o suficiente
para continuar sendo útil a você,
lá onde estiver.

E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim,
diga apenas uma frase:
"Foi minha amiga, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus".
Aí então derrame uma lágrima.

Eu não estarei presente para enxugá-la,
mas não faz mal.
Outros amigos farão isso no meu lugar.
E vendo-me bem substituída,
irei cuidar de minha nova tarefa no céu.

Mas, de vez em quando,
dê uma espiadinha na direção de Deus.
Você não me verá,
mas eu ficaria muito feliz
vendo você olhar pra Ele.

E quando chegar a sua vez de ir para o Pai,
aí sim nenhum véu há de separar a gente,
vamos viver em Deus a amizade
que aqui nos preparou para Ele.

Você acredita nessas coisas?

Então ore para que nós vivamos
como quem sabe que vai morrer um dia,
e que morramos como quem soube viver direito.

Amizade só faz sentido se traz o céu
para mais perto da gente,
e se inaugura aqui mesmo o seu começo.

Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu...
Ser sua amiga já é um pedaço dele!

sábado, 3 de janeiro de 2009

Carta aos projectos de médicos


Carta aberta a todos os projectos de médico

Existe tanta gente nas escolas secundárias a querer ingressar no curso de medicina. Dou-me conta disso em inúmeros blogs, em reportagens de televisão, nos jornais. Vão para Espanha, para a República Checa, fazem de tudo para ser médicos. Às vezes, acho que a maioria deles não sabe para o que vai, não sabe o que vai ser o seu quotidiano para o resto da vida.

Deixem-me ajudar-vos. Deixem-me falar no que se passa comigo todos os dias, desde que entro no hospital. Deixem-me contar-vos o que vejo nas enfermarias e na urgência. O bom e o mau. O que me faz continuar e o que me faz duvidar. Deixem-me ter a conversa que gostaria que tivessem tido comigo há 12 anos atrás.

Os médicos fazem bancos. Às vezes uma vez, muitas vezes duas, por vezes 3 vezes por semana. Os bancos de 24 horas custam. Custam anos de vida. Eu faço sempre bancos de 24 horas. Começam às 8 horas de manhã e só se pára para comer. O tempo não passa lentamente. O tempo passa a correr porque escorrega-nos por entre os dedos das mãos. Não há tempo para fazer tudo o que é urgente. E quando acaba o banco, de novo às 8 da manhã, começa um novo dia, ou seja, temos que ir para a enfermaria ou para a consulta continuar a trabalhar.

Preparem-se para ver e fazer coisas repugnantes. Pús, expectoração, diarreia e vómitos são constantes diárias. Toda a gente fala do sangue, mas o sangue é o mais limpo com que deparamos. Temos que fazer toques rectais (sim, enfiar o dedo no rabo dos outros), observar doentes imundos (os sem-abrigo também vêm à urgência). E há cheiros inacreditáveis no ar, a suor, a urina fétida, a melenas (fezes com sangue).

A população está velha, tão velha que ninguém no mundo exterior tem essa noção. Porque os velhos estão em lares, e só saem de ambulância para irem para o hospital. E acumulam-se em macas e mais macas nos serviços de urgência dos hospitais. E os velhos não falam, não respondem, não riem. Estão num mundo só deles, cheios de febre e de expectoração.

Os familiares estão cada vez mais exigentes, a um ponto insuportável. Têm uma atracção inacreditável pelo livro amarelo, essa nova instituição de Portugal. Esse dogma da figura do médico intocável e admirado, simplesmente já não existe. Somos (e ainda bem…) profissionais como outro qualquer, a quem é suposto cobrar pelo bom ou mau desempenho. Parece que andamos sempre com a cabeça na guilhotina, à espera do primeiro erro.

O dinheiro. É claro que há médicos que ganham muito dinheiro. Não o vou negar. Não é, obviamente, o meu caso. Escolhi uma especialidade (a medicina interna) de sacrifício e pouco lucro. Que me perdoem outras especialidades, mas nunca conseguiria tratar só olhos, ou só pele a vida toda. Estudei medicina para tratar o corpo todo. Estudei medicina para tratar enfartes e pneumonias, avc’s e anemias. O doente é um ser e não é pedaços dele próprio. E na minha especialidade, trabalha-se nos hospitais públicos a servir a população. E o estado não é grande patrão, como todos nós sabemos.

Mas apesar de tudo a medicina é fantástica. Permite experiências que mais nenhuma profissão permite. Emociona-te, faz-te chorar e rir. Chegamos a casa cansados mas satisfeitos. Quantas pessoas ajudámos, quantas pessoas melhorámos. E mesmo os doentes que pioram, ou que morrem, sabemos que foi tudo feito, que a vida é assim mesmo.

Por isso vos digo, não hesitem. Vão em frente. Tudo o que é mau, acaba por passar. O que está bem, fica para sempre. Se se sentem preparados, é porque estão. Se se sentem com dúvidas ou receios, não há nada que a experiência não esbata ou anule. Cá nos encontramos. Até breve.

http://refogadoehortela.wordpress.com/2008/11/20/momento-lexotan-carta-aberta-a-todos-os-projectos-de-medicos/

Princípio da co-responsabilidade inevitável


"Nossos comportamentos afetam de três modos as pessoas: alteram o tempo delas, alteram a memória delas, através do registro desses comportamentos; e alteram a qualidade e frequência das suas reações. Alterando o tempo, a memória e as reações das pessoas, modificamos seu futuro, sua história.
Se Hitler fosse aceito na escola de belas-artes, talvez tivéssemos um artista plástico, ainda que medíocre, e não um dos maiores psicopatas da história. Não estou dizendo que a psicopatia de Hitler seria resolvida com sua inclusão na escola de Viena, mas poderia ser abrandada ou talvez não se manisfestar.
Portanto, o princípio da co-responsabilidade inevitável demonstra que nunca podemos ser uma ilha na humanidade."
(O Futuro da Humanidade - Augusto Cury)

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Qual celebridade eu sou quando estou na pior?


Eu sou como o casal Dado e a Luana. Brigo toda hora, vivo entre tapas e beijos, sempre me metendo em confusão, perdendo a paciência facilmente e não levando desaforo pra casa. Saio no punho mesmo, gata!



Qual celebridade você é quando está na pior?